G. Reyes

18/08/2013
Queixa: fascite plantar

Lutei por muito tempo contra uma fascite plantar que me impedia até mesmo de dar a volta no quarteirão com minhas cachorras. Moro no posto 6, em Copacabana, e costumava andar por uma hora, pelo menos, com elas, quando comecei a sentir uma dor enorme na planta do pé que, depois de um tempo, seguia para o joelho e quadris. Ao final, eu me sentia com cerca de … cem anos ! Fiquei assim por mais de dois anos, corri ortopedistas e cheguei a ir a um neurologista, até que diagnosticaram “fascite plantar” e demais complicações. Pois bem, para não encompridar muito, certo dia uma amiga me indicou uma ‘reflexoterapeuta’, de nome Néa, que atendia em Copacabana. (…) Comecei o tratamento e decidi continuar até, pelo menos, sete sessões, caso notasse algum resultado (nem preciso dizer que cheguei a fazer fisioterapia, mas havia me especializado mesmo em anti-inflamatórios, pois até para trabalhar era um inferno). Sendo assim, comecei com duas sessões por semana até a terceira semanas e, depois, uma vez até completar dez encontros com a Néa. Foi absolutamente animador quando percebi, lá pela oitavo atendimento, que as dores haviam melhorado muito e eu já podia, inclusive, usar sandália baixa e sapatilha, que eu tinha desistido de usar porque as dores pioravam barbaramente (a rigor, o salto quatro ou cinco eram ‘menos ruins’ no meu caso). Cheguei, confesso, a duvidar de que essa melhora fosse real, mas o que posso afirmar hoje, praticamente um ano depois, e já há meses sem a necessidade do tratamento, é que nunca mais tive dores na planta dos pés e tampouco nos joelhos e quadris. Estou usando sandália baixa e ando à vontade. Desejo o mesmo para todos que buscarem a reflexoterapia. É evidente, a meu ver, que o profissional que aplica a massagem tem de ser qualificado e responsável. Deixo à Nea meu grande abraço e aproveito pra dizer que, com ou sem fascite ou outro problema de saúde, a reflexoterapia é excelente para o bem estar completo do corpo e da mente.

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